domingo, 15 de dezembro de 2013

A UCRÂNIA E SEU DILEMA




Quero aqui digerir os ecos da mídia e do pouco que andei lendo na Internet sobre a Ucrânia nos dias de hoje:

A Ucrânia vive há meses grandes tumultos nas ruas de sua capital Kiev. Trata-se de uma grande oposição popular ao alinhamento tradicional do Governo ucraniano com a Rússia, contra a posição de boa parte da juventude ucraniana que deseja o alinhamento com a União Europeia.

Porém, muito da oposição ao Governo parece não ser tanto pelo alinhamento com a EU e sim pelas denúncias e acusações de corrupção no Governo. Pedem a saída do Presidente “Viktor Fedorovytch Yanukovytch” e sua equipe.

Contudo a Ucrânia depende muito do gás fornecido pela Rússia, e parece estar em dívida com a “Gazpron” russa. Com os baixos níveis nos termômetros do Leste europeu, dá prá se ter uma ideia de como deve ser importante se ter em casa um aquecedor a gás funcionando.

“A “Gazpron” é uma empresa estatal, com um faturamento em torno de U$170bilhões/ano, a 5ª maior do mundo e exporta 160 bilhões de metros cúbicos de gás natural para a Europa através de gasodutos na Ucrânia e Bielorrússia. A empresa fornece 60% do gás natural da Áustria, 35% da Alemanha e 20% da França. A Gazprom também fornece uma eminente quantidade de gás natural a vários outros países, como a Estónia, a Finlândia e a Lituânia”.

Setores do Governo ucraniano alinhados com a oposição nas ruas, defende a aproximação com EU, e já estipulam um empréstimo de 15 bilhões de euros como preço do alinhamento. A mídia ocidental não cansa de ressaltar os movimentos populares pró-alinhamento com os europeus. Autoridades da Comunidade Europeia falam em alto e bom som: “As portas da Europa estão abertas para a Ucrânia”. Grande parte do povo ucraniano bate palmas para a solidariedade midiática ocidental e diz que a Ucrânia já esteve por longos 300 anos “sob a direção” de Moscou.

Contudo, não deixa de ser interessante as “portas abertas” da CEU. Ainda mais com a Europa passando por momentos difíceis com a crise econômica que se espalhou por todo o continente. Uma Europa que se fecha cada vez mais aos movimentos de emigração vindos do norte da África via Líbia e Tunísia, que abarrotam a ilha de “Lampeduza”; quando não morrem em trágicos naufrágios em alto mar, em embarcações frágeis e superlotadas. Mas é compreensível a calorosa recepção da europeia aos ucranianos, visto que não precisam de abandonar o país e possuem um razoável nível sócio-econômico de vida, embora estejam reclamando de algumas medidas de austeridade impostas pelo Governo, como o aumento do preço do gás, etc.

Por outro lado, as “portas abertas” da Europa, não só irritam Moscou pela ingerência em assuntos internos em um dos Estados tradicionalmente aliado, como também por interferir num planejamento do Governo de Putin, que pretende formar um grupo de países da Eurásia do Leste, com países vizinhos, criando um grande esquema de tarifas aduaneiras.

E assim vive a Ucrânia o seu dilema: Satisfaz os desejos da juventude de Kiev em querer ter melhor acesso a Europa ou se mantém alinhada com Moscou?

E tem um texto interessante que achei num site jornalístico da Ucrânia:

http://spb.kp.ru/daily/26170/3057372/

Duas coisas me surpreenderam. Céu estrelado acima e a incapacidade de compreender o drama adesão Maydanskaya ucranianos da Ucrânia à UE. Como você sabe, a União Europeia adoptou a livre troca de mercadorias entre evrosoyuznikami. Que bens ucranianos pode comprar a Europa? Praticamente nenhum, porque estes produtos não cumprem as normas europeias. Tudo o que pode ser vendido a partir de Ucrânia para a Rússia - com pesticidas, herbicidas e várias outras combinações não podem ser vendidos na Europa. A reestruturação de produção sob normas europeias-ucranianos não vai funcionar, porque não tem equipamentos suficientes adequados ou trabalho de cultura.

Tomemos, por exemplo, a produção de suco, vinho, compotas .... Um deve inicialmente solo sob árvores frutíferas limpas de quaisquer venenos, mas, além disso, conseguem plantar. Após a colheita deve salvar de pragas, mas novamente sem o uso de venenos. Para fazer isso, precisamos de profissionais muito inteligentes, que estão agora na Ucrânia não é. Bem, em seguida, para a produção de suco (leite adoçado condensado, carne enlatada, doces, enchidos ...) na tabela europeia precisam equipamentos de última geração, laboratórios científicos, os trabalhadores SES incorruptíveis, etc E é aí que tudo toma? Então não compre Europa bens ucranianos. 

Mas não compre este produto e Rússia - por causa da proteção dos mercados russos da União Europeia. E nada vai fazer a Ucrânia como maciçamente vender e mão de obra barata Oeste.Então, depois de um par de anos ameaça a Ucrânia se tornar o país empobrecido na Europa.
Mas, se os rebeldes Maydanskaya ver outra, mais alegre para o desenvolvimento econômico do país, vamos tentar provar isso no fórum.

E também tem o Presidente ucraniano falando num discurso para as ruas: “Uma das exigências para o nosso alinhamento com a Europa, consiste na aceitação da convivência aberta da homossexualidade em nosso país. Voceis estão preparados para isso?


Como se vê, lá para os lados da Ucrânia a coisa anda complicada....

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A NATUREZA PRESTA HOMENAGEM A BANDEIRA DO BRASIL


QUANDO A IMAGEM VALE UM LIVRO!!


A DITADURA ELEGANTE

Trago aqui um interessante texto sobre uma palavra inglesa muito usada na mídia internacional, mas desta vez com uma ótica mais racional, desmontando vetores aos quais o termo serve. O texto foi descoberto no link abaixo onde a seguir coloco o interessante texto:



José Goulão |
17 de Novembro, 2013
A ditadura do “mainstream” é elegante, bem-falante, civilizada, polida, tolerando muito bem os programados excessos. Porém, é impiedosa, ou não fosse uma ditadura, para os que não têm a bem aventurança de pertencer à ordem, afinal a maioria dos que habitam a comunidade de onde ela emana.
“Mainstream”,  (corrente principal),  ao contrário do que rezam certas definições académicas, não é uma cultura de maiorias, de massas, de moda. É um círculo elitista, fechado, dentro do qual se passa tudo o que nos diz respeito sem que tenhamos nada a ver com isso.
“Mainstream” define a ordem dominante e o resto, incluindo os que julgam pertencer-lhe, seguidores bem comportados, simples imitação.

“Mainstream” é a política única, a permitida, uma união nacional com as suas alas liberais, é a suserania dos mercados, a sociedade das pessoas virtuais onde nem só da farda de marca vivem as aparências, mas também das excentricidades diletantes.

São os jornais de referência, as televisões que dão ao público o que o público quer, a literatura de grandes superfícies e lojas de conveniência, os “opinion makers”, os comentadores oficiais com chancela política e outros que são também oficiais, mas sem chancela política almejando que lhes seja concedida, os que ocupam as franjas folclóricas de marginalidade para compor o ramalhete plural e que, começando normalmente por professores dos trabalhadores e do (*)irredentismo democrático, acabam como chefes dos patrões, frequentadores de “Bilderberg” e compreensivos para com o papel da espionagem ao serviço do poder.
“Mainstream” é, hoje, a ordem neoliberal com os seus satélites, que giram enquanto forem necessários, é a lei de violar as leis, o direito de atacar os direitos humanos em nome dos direitos humanos, de subverter a democracia em nome da democracia, de governar à direita e à esquerda desde que estejam dentro do mesmo centro, o culto da corrupção e do amiguismo se tudo se passar no interior do círculo dos escolhidos, a seleção natural da competitividade onde só cabem os paquidermes do negócio.
“Mainstream” é uma ditadura do faz-de-conta porque não se pratica aquilo que diz praticar-se, não se disse aquilo que se disse, jamais se escuta a voz dissonante, raramente se fala verdade em nome da verdade, nunca se faz em benefício do ser humano o que se cria e desenvolve em seu nome.
A ditadura do “mainstream” é a mais perigosa, porque tarda a ser identificada por aqueles que lhe estão submetidos enquanto age conscientemente para os deformar.
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(*O termo irredentismo indica a aspiração de um povo para completar a sua unidade territorial nacional, a aquisição de terras sujeitas ao domínio estrangeiro (não resgatados), com base em uma "identidade étnica ou um link histórico anterior.
O irredentismo pode ser entendido de duas maneiras: em primeiro lugar, como o desejo de algumas pessoas que, vivendo em uma terra sob a autoridade de um Estado, eles querem destacar a tornar-se uma parte do Estado de que a autoria e sentir origem ou formar seu próprio Estado-nação, e reivindicações territoriais em segundo lugar como fundamentado de um Estado sobre uma parte do território de outro Estado.)

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Joe García mantiene que no sabía nada sobre plan de boletas electorales falsas - Sur de la Florida - ElNuevoHerald.com

Joe García mantiene que no sabía nada sobre plan de boletas electorales falsas - Sur de la Florida - ElNuevoHerald.com

Tem pilantras em todos os Governos, de todos os níveis:
"Lo describió como un plan mal concebido, pero añadió: “Creo que fue un intento bien intencionado de aumentar la participación de los votantes”"...rsrsrsrssrss..Tem de ser muito cara de pau!!....rsrsrs

Read more here: http://www.elnuevoherald.com/2013/06/02/1489691/joe-garcia-mantiene-que-no-sabia.html#storylink=cpy

quarta-feira, 5 de junho de 2013

"AL QUSAYR" IMAGENS ANTES E DEPOIS DA GUERRA CIVIL CONTRA " BASHAR AL-ASSAD"




( Cidade de Al Qusayr - Filha do Orantes - antes da guerra civil)

Syrian soldiers place the national flag on a truck after taking control of the border town of <a href='http://www.cnn.com/2013/06/05/world/meast/syria-civil-war/index.html?hpt=hp_t2'>Qusayr</a> on Wednesday, June 5, dealing a major defeat to rebel fighters battling to overthrow President Bashar al-Assad. Tensions in Syria flared in March 2011 during the onset of the Arab Spring, escalating into a civil war that still rages. This gallery contains the most compelling images taken since the start of the conflict.

Al Qusayr hoje, durante o Conflito 

http://avimelamed.files.wordpress.com/2012/10/al-qusayr-21.jpg


Al Qusayr rua


Imagem turística de uma rua em Al Qusayr antes do conflito civil....

As pessoas passam por um edifício danificado e vários carros destruídos no local de uma explosão em Damasco, onde pelo menos 13 pessoas foram mortas em 30 de abril.


Imagem de uma rua da Síria atual....



A SÍRIA ATUAL
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