Segundo a grande imprensa, já passam de 100 as vítimas da repentina onda de assassinatos. Ninguém sabe se os números são verdadeiros, ninguém sabe quem anda cometendo esses assassinatos.
E fala-se em tomar cuidado para que não haja nenhum ato de agressão das partes em conflito para que não aconteça um banho de sangue, na Assembléia, mas as mortes vão se somando nas ruas da cidade do poeta Caymmi.

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